Representantes do CONSAÚDE participam de seminário sobre regionalização da saúde

Mais de 300 pessoas, entre secretários municipais de saúde, dirigentes de instituições do segmento, estudantes e participantes de todas as regiões do Estado, participaram, dia 15 de fevereiro, do Seminário sobre Gestão Regional do SUS-SP, na capital paulista. O evento foi organizado pela Secretaria de Estado da Saúde e contou com a presença de autoridades da América Latina, de todo o país e de todas as regiões do estado.

O CONSAÚDE, através de seu presidente e prefeito de Apiaí, Emílson Couras da Silva, e de sua Diretora Superintendente, Maria Cármem Amarante Botelho, e demais representantes técnicos, confirmou presença no evento, que trouxe para o debate a necessidade de instalar um sistema mais regionalizado de saúde e que contemple a necessidade de cada localidade, principalmente na atenção básica.

O secretário de Estado de SP, Giovanni Guido Cerri, abriu os trabalhos e expôs o tema aos presentes, além de explicar como se pretende realizar a regionalização do SUS-SP. A pauta tem sido uma constante nos discursos e ações do novo titular da pasta, que aposta no fortalecimento dos órgãos regionais de saúde para aprimorar o atendimento no SUS, trazendo melhorias in loco para os habitantes das regiões, saneando assim suas necessidades. “Os departamentos regionais serão reorganizados e reestruturados para solucionar os problemas e as necessidades locais. Sempre discutindo e resolvendo estas questões de maneira regional,” ele acrescentou.

Entre os pontos apresentados por Cerri em sua explanação estão:
– melhoria da infraestrutura e tecnologia das UBS;
– qualificação dos processos gerenciais;
– aperfeiçoar a integração das AMES e dos Hospitais da Rede da SES-SP aos sistemas regionais de saúde;
– aperfeiçoar o processo de descentralização e regionalização da Assistência Farmacêutica no SUS-SP;
– humanização, regulação e informatização do sistema;
– ações de saúde pública preventiva e combate ao álcool e as drogas.

O secretário de saúde acrescentou que as universidades são as grandes parceiras do processo de regionalização, pois fornecem apoio, desenvolvem pesquisas, além de nortear a questão da criação da informação junto aos diversos públicos. “Dependendo da relação interfederativa, estamos construindo um espaço para busca de soluções de problemas de forma colegiada,” finalizou Cerri.